Semanas atrás observei que no horário de maior intensidade de forrageamento, por volta das 16:30h, havia o acúmulo de operarias na entrada desse enxame de Uruçus “Melipona scutellaris”. A entrada dos enxames das meliponas tem uma dimensão que comporta o transito de uma abelha somente, e desemboca em um tunel bem mais largo, poderiamos compara-la a uma escotilha estreita porém curta. Hoje voltei a observar o enxame e notei que o problema foi resolvido pelas abelhas, elas alargaram a entrada e agora é possível a passagem nos dois sentidos e em mão dupla.
Matéria (postada aqui em duas partes) realizada pela Rede Amazônica, afiliada da Globo em Manaus sobre a tese de doutorado que realizei trabalhando com o ensino da meliponicultura em 3 comunidades indígenas das etnias Cocama, Ticuna e Mura. Gostaria de agradecer a Rede Amazônica, em especial ao amigo, repórter/radialista Narciso Frazão, bem como sua equipe pelo desenvolvimento da matéria. Gostaria agradecer também e homenagear aqui todos os povos indígenas brasileiros, em especial as etnias que trabalhei e um agradecimento especial ao cacique Warwick Estevam Kerr. É motivo de orgulho ter sido orientado na graduação, mestrado e doutorado por pessoa tão iluminada, portanto fica aqui registrado meu respeito e admiração! SELVA!!!!
Muito obrigado por seu comentário, pena que demorei a socializar este vídeo! não consegui postá-lo devido ao tamanho aí acabei filmando com um tripé na frente da televisão!
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Muito boa a reportagem documentário! É realmente extremamente importante que nós brasileiros tenhamos conhecimento e apredamos a valorizar nossas riquezas, que diga-se de passagem, são incríveis e inigualáveis.
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